segunda-feira, 26 de abril de 2010
O Jogo da Política
Objectivo: A melhoria da qualidade de vida dos cidadãos e o desenvolvimento de um país.
Quem pode jogar: Todos jogam. Quer queiram, quer não queiram.
Número de Jogadores: Em Portugal, cerca de 10 milhões.
Ranking dos jogadores
1) Os eleitos;
2) Todas as Organizações, Grupos e Instituições Públicas ou Secretas;
3) Os nomeados;
4) Os nomeados pelos nomeados;
5) Observadores atentos (eleitores e não eleitores);
6) Observadores passivos.
(Nota: A ordem deste ranking pode mudar entre todas as posições)
1,2,3,4 = ELES 1,2,3,4,5,6 = Zequinhas
Jogadas e movimentos: Clareza nas palavras, força nas convicções, para podermos começar a jogar. Os movimentos devem ser rápidos e incisivos tendo como fim a possibilidade de fazer movimentos para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos e para o desenvolvimento do país a curto, médio ou longo prazo.
Cartas: Há cartas de fazer subir e descer os salários reais, ou a inflação, ou a do apoio ao pequeno comércio ou às grandes superfícies. A da diminuição ou aumento do desemprego, e muitas, muitas outras que com o desenrolar do jogo vais percebendo.
Há ainda cartas na manga, mas só as podemos usar com o tempo e com uma vasta experiência.
Movimentos incorrectos: Penalizam 10 milhões e os jogadores devem ser de imediato retirados do tabuleiro para a posição de observadores passivos.
Vencedor: Todos ganham ou todos perdem. Há, no entanto, por vezes, a tendência de os jogadores eleitos reclamarem para si vitórias que serão sempre de todos (ou não). Embora «Eles» ganhem, quase sempre, qualquer coisa.
Tabuleiro: Pensa-se inicialmente que é Portugal Continental, Açores e Madeira, mas depois com a prática percebe-se que é todo o mundo.
Cheio de enigmas e de descobertas, acabamos por gostar de assistir a belas jogadas e tudo aquilo que dá cor aos jogos. Tal como os outros jogos, quando não os percebemos, são chatos e estamos sempre a perder. Na política passa-se o mesmo, mas quando começamos a perceber um pouco do jogo torna-se interessante, divertido, viciante até. Com o tempo, fartamo-nos de ser observadores passivos e, sem darmos por isso, já somos parte integrante (como sempre fomos) de um tabuleiro absolutamente fantástico.
É o jogo da nossa vida.
Quem pode jogar: Todos jogam. Quer queiram, quer não queiram.
Número de Jogadores: Em Portugal, cerca de 10 milhões.
Ranking dos jogadores
1) Os eleitos;
2) Todas as Organizações, Grupos e Instituições Públicas ou Secretas;
3) Os nomeados;
4) Os nomeados pelos nomeados;
5) Observadores atentos (eleitores e não eleitores);
6) Observadores passivos.
(Nota: A ordem deste ranking pode mudar entre todas as posições)
1,2,3,4 = ELES 1,2,3,4,5,6 = Zequinhas
Jogadas e movimentos: Clareza nas palavras, força nas convicções, para podermos começar a jogar. Os movimentos devem ser rápidos e incisivos tendo como fim a possibilidade de fazer movimentos para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos e para o desenvolvimento do país a curto, médio ou longo prazo.
Cartas: Há cartas de fazer subir e descer os salários reais, ou a inflação, ou a do apoio ao pequeno comércio ou às grandes superfícies. A da diminuição ou aumento do desemprego, e muitas, muitas outras que com o desenrolar do jogo vais percebendo.
Há ainda cartas na manga, mas só as podemos usar com o tempo e com uma vasta experiência.
Movimentos incorrectos: Penalizam 10 milhões e os jogadores devem ser de imediato retirados do tabuleiro para a posição de observadores passivos.
Vencedor: Todos ganham ou todos perdem. Há, no entanto, por vezes, a tendência de os jogadores eleitos reclamarem para si vitórias que serão sempre de todos (ou não). Embora «Eles» ganhem, quase sempre, qualquer coisa.
Tabuleiro: Pensa-se inicialmente que é Portugal Continental, Açores e Madeira, mas depois com a prática percebe-se que é todo o mundo.
Cheio de enigmas e de descobertas, acabamos por gostar de assistir a belas jogadas e tudo aquilo que dá cor aos jogos. Tal como os outros jogos, quando não os percebemos, são chatos e estamos sempre a perder. Na política passa-se o mesmo, mas quando começamos a perceber um pouco do jogo torna-se interessante, divertido, viciante até. Com o tempo, fartamo-nos de ser observadores passivos e, sem darmos por isso, já somos parte integrante (como sempre fomos) de um tabuleiro absolutamente fantástico.
É o jogo da nossa vida.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Night and day you are the one
1.00 Às vezes tanto faz… Nunca sabemos bem se queremos mesmo estar aqui… mas vamos ficando, é um pouco como aqueles momentos em que sabemos que não é ali que queremos estar, por outro lado não fazemos puto ideia onde gostaríamos de estar e por isso ficamos.
2.00 Parece que tudo está bem melhor, pouco sangue no álcool e muita gente gira. De onde teriam vindo?
3.00 Olé, olé, olé, olé. Aqui estava mesmo a partir, era provavelmente a melhor série de TV que passava num sábado à noite nos últimos tempos.
4.00 Estava cansado mas, não me apetecia dormir. Guardei a garrafa de whisky e fui ligar o computador… nem eu sabia bem porquê.
5.00 Já sabia de cor as características dos meus jogadores do Hattrick.
6.00 Já tinha estado num chat com uma miúda do outro lado do Mundo… Penso eu.
7.00 Se calhar já me podia ter ido deitar… Pensei. E fui.
8.00 Zzzzzzrrrrrzzzzrzzrrzrrrrrr
9.00 Levantei-me, o miúdo não pára de chamar. Dói-me um bocadinho a cabeça. Ligo a TV no Panda e deito-me no sofá enquanto aquece o leite.
9.30 – O LEITE!!!!!
10.00 Falam-me em ir ao parque, até as remelas dos olhos me saltaram.
Nem sei bem quando errei, se errei em casar, se errei em me divorciar, se o erro foi o puto que adoro, ou se sou eu que estou errado… Tudo enquanto dava o banho da manhã.
11.00 Mudo do Panda para a RTP2 e continuo no sofá. Penso em comer qualquer coisa, mas na verdade nem tenho fome, apenas uma ligeira dor de cabeça. Fecho os olhos.
12.00. A pressão do puto é crescente, antes de mais um zapping me deixar a TV num qualquer programa de televisão (desenhos animados, entenda-se). Sonho com um grua que me transporte para a banheira… mas nada.
13.00 Depois de dar uma sopa ao miúdo, que a minha mãe lá tinha ido pôr a casa, desço até ao café em frente.
– Uma bica! – Peço enquanto namoro um pastel de nata sem sucesso… Não tinha mesmo fome e o puto insistia na mesma tecla.
Nunca percebi se gosto mais do dia ou da noite. Será um todo indissociável como o céu e a terra?
Sim, é verdade que se calhar gosto mais da tranquilidade da noite... ou mesmo da loucura da noite, do fumo, do cheiro, do vinho, da música, de mim, de ti.
Mas, na verdade sou tão egocêntrico que também me adoro de dia, na luz, no brilho, nos reflexos do Tejo, na lucidez de ir e regressar. Se calhar, gosto mesmo é dos crepúsculos que nos antípodas se tocam numa beleza indescritivelmente única e diferente, embora igual, a simples beleza do dia e do seu ciclo.
14.00 Já nem me lembro bem do que gosto… Só quero que o puto não se aleije senão a mãe desanca-me, e com razão, uma vez entalou-se na porta do carro, que horror!!!
15.00. Estranhamente deu-me a fome…
- Tens fome?
- Não.
Acho que foi a primeira vez que lhe dirigi directamente a palavra. Nada mau.
O puto diz sempre que não tem. Mas tem de comer.
Fomos outra vez ao mesmo café. É feio. Pedi uma sande de fiambre e comemos a meias. Olhei para o puto, nem é feio, quer dizer até é bonito… Toda a gente se mete com ele e ele ri, ri como eu não me rio há muito tempo.
16h. Já estou em casa a preparar a mala, a mãe vem às 17.00 buscá-lo. Pus no Panda e pensei: – Este puto vê televisão a mais. Realmente isto da TV é mesmo muito mau.
17.00 Acabei de lhe dar um boião de fruta, modernices que a minha mãe tinha comprado, mas mal tocou a campainha o puto deu-me um beijo e correu para a porta e disse:
- Mamã, mamã.
Caiu-me tão mal…
Mal saiu, abri uma cerveja, tinha um misto esquisito de sede, dor de cabeça e sono… Adormeci.
18.00 Rrrrrrrrrrrrrrrzzzzzzzzzzzz
19.00 Acordei com a garrafa entornada no chão… Nem estava muito molhado, mas era melhor limpar… Deita um cheiro.
Acendi um cigarro e desci. Vim cá abaixo comer qualquer coisa ao café, pedi uma bifana e uma imperial, mas já não tinham pão… Aquilo cheirava mesmo mal… muito mal. Comi um pastel de bacalhau… dois… três… uma… duas… três… imperiais. Acho que estava a dar o Manchester ou isso e fiquei…
20.00 Afinal era o Middlesbrough.
21.00 Subi e pus na RTP1, queria ouvir o Marcelo… já estava a dar. Adormeci…
22.00 rrrrrrrrrrrrrzzzzzzzz
23.00 Já tinha desligado o computador e fui pôr o lixo lá em baixo… Porra, esqueci-me do cinzeiro… Que se lixe… Amanhã também é dia.
00.00 Terá a noite que ter sempre um lado nostálgico e ao mesmo tempo assustador?
Será que esta dicotomia bacoca de influência meio religiosa, meio inculta e medrosa do bem e do mal, do negro e da luz, da noite e do dia, não terá um fim.
Conseguiremos ter uma sociedade que se organize com alegria e entusiasmo e ao mesmo tempo com capacidade de trabalho 24 horas por dia? Ou teremos todos que viver como as galinhas que recolhem ao anoitecer num qualquer «curral» de betão onde nos deixam pôr os ovos para depois os virem buscar.
Hoje tomei uma decisão…Vou mudar do dia para a noite… se for capaz.
Day and night, night and day, why is it so
2.00 Parece que tudo está bem melhor, pouco sangue no álcool e muita gente gira. De onde teriam vindo?
3.00 Olé, olé, olé, olé. Aqui estava mesmo a partir, era provavelmente a melhor série de TV que passava num sábado à noite nos últimos tempos.
4.00 Estava cansado mas, não me apetecia dormir. Guardei a garrafa de whisky e fui ligar o computador… nem eu sabia bem porquê.
5.00 Já sabia de cor as características dos meus jogadores do Hattrick.
6.00 Já tinha estado num chat com uma miúda do outro lado do Mundo… Penso eu.
7.00 Se calhar já me podia ter ido deitar… Pensei. E fui.
8.00 Zzzzzzrrrrrzzzzrzzrrzrrrrrr
9.00 Levantei-me, o miúdo não pára de chamar. Dói-me um bocadinho a cabeça. Ligo a TV no Panda e deito-me no sofá enquanto aquece o leite.
9.30 – O LEITE!!!!!
10.00 Falam-me em ir ao parque, até as remelas dos olhos me saltaram.
Nem sei bem quando errei, se errei em casar, se errei em me divorciar, se o erro foi o puto que adoro, ou se sou eu que estou errado… Tudo enquanto dava o banho da manhã.
11.00 Mudo do Panda para a RTP2 e continuo no sofá. Penso em comer qualquer coisa, mas na verdade nem tenho fome, apenas uma ligeira dor de cabeça. Fecho os olhos.
12.00. A pressão do puto é crescente, antes de mais um zapping me deixar a TV num qualquer programa de televisão (desenhos animados, entenda-se). Sonho com um grua que me transporte para a banheira… mas nada.
13.00 Depois de dar uma sopa ao miúdo, que a minha mãe lá tinha ido pôr a casa, desço até ao café em frente.
– Uma bica! – Peço enquanto namoro um pastel de nata sem sucesso… Não tinha mesmo fome e o puto insistia na mesma tecla.
Nunca percebi se gosto mais do dia ou da noite. Será um todo indissociável como o céu e a terra?
Sim, é verdade que se calhar gosto mais da tranquilidade da noite... ou mesmo da loucura da noite, do fumo, do cheiro, do vinho, da música, de mim, de ti.
Mas, na verdade sou tão egocêntrico que também me adoro de dia, na luz, no brilho, nos reflexos do Tejo, na lucidez de ir e regressar. Se calhar, gosto mesmo é dos crepúsculos que nos antípodas se tocam numa beleza indescritivelmente única e diferente, embora igual, a simples beleza do dia e do seu ciclo.
14.00 Já nem me lembro bem do que gosto… Só quero que o puto não se aleije senão a mãe desanca-me, e com razão, uma vez entalou-se na porta do carro, que horror!!!
15.00. Estranhamente deu-me a fome…
- Tens fome?
- Não.
Acho que foi a primeira vez que lhe dirigi directamente a palavra. Nada mau.
O puto diz sempre que não tem. Mas tem de comer.
Fomos outra vez ao mesmo café. É feio. Pedi uma sande de fiambre e comemos a meias. Olhei para o puto, nem é feio, quer dizer até é bonito… Toda a gente se mete com ele e ele ri, ri como eu não me rio há muito tempo.
16h. Já estou em casa a preparar a mala, a mãe vem às 17.00 buscá-lo. Pus no Panda e pensei: – Este puto vê televisão a mais. Realmente isto da TV é mesmo muito mau.
17.00 Acabei de lhe dar um boião de fruta, modernices que a minha mãe tinha comprado, mas mal tocou a campainha o puto deu-me um beijo e correu para a porta e disse:
- Mamã, mamã.
Caiu-me tão mal…
Mal saiu, abri uma cerveja, tinha um misto esquisito de sede, dor de cabeça e sono… Adormeci.
18.00 Rrrrrrrrrrrrrrrzzzzzzzzzzzz
19.00 Acordei com a garrafa entornada no chão… Nem estava muito molhado, mas era melhor limpar… Deita um cheiro.
Acendi um cigarro e desci. Vim cá abaixo comer qualquer coisa ao café, pedi uma bifana e uma imperial, mas já não tinham pão… Aquilo cheirava mesmo mal… muito mal. Comi um pastel de bacalhau… dois… três… uma… duas… três… imperiais. Acho que estava a dar o Manchester ou isso e fiquei…
20.00 Afinal era o Middlesbrough.
21.00 Subi e pus na RTP1, queria ouvir o Marcelo… já estava a dar. Adormeci…
22.00 rrrrrrrrrrrrrzzzzzzzz
23.00 Já tinha desligado o computador e fui pôr o lixo lá em baixo… Porra, esqueci-me do cinzeiro… Que se lixe… Amanhã também é dia.
00.00 Terá a noite que ter sempre um lado nostálgico e ao mesmo tempo assustador?
Será que esta dicotomia bacoca de influência meio religiosa, meio inculta e medrosa do bem e do mal, do negro e da luz, da noite e do dia, não terá um fim.
Conseguiremos ter uma sociedade que se organize com alegria e entusiasmo e ao mesmo tempo com capacidade de trabalho 24 horas por dia? Ou teremos todos que viver como as galinhas que recolhem ao anoitecer num qualquer «curral» de betão onde nos deixam pôr os ovos para depois os virem buscar.
Hoje tomei uma decisão…Vou mudar do dia para a noite… se for capaz.
Day and night, night and day, why is it so
Má educação
Má educação
Para além de ser um filme razoavelmente mau do Almodôvar é prática comum em Portugal.
Eu próprio por vezes cuspo no chão, (sou alérgico a muita coisa é certo mas não justifica) um dos actos de maior desrespeito e má educação pelos outros e pela estética visual de qualquer cidadão minimamente civilizado. (mas não coço os testículos em público).
Antes as rixas resolviam-se à paulada depois à espadeirada entre uns e outros que se iam queimando ou deixando comer vivos por leões. No entretanto, a evolução da espécie humana faz-nos controlar instintos como a agressividade diminuindo a violência física, potenciando o diálogo e a negociação das trocas comerciais ou simplesmente de ideias.
É isto em suma a evolução da espécie humana.
ou
É de facto menos mau que andarem à porrada mas parece-me sinceramente menos natural e menos digno...
Para além de ser um filme razoavelmente mau do Almodôvar é prática comum em Portugal.
Eu próprio por vezes cuspo no chão, (sou alérgico a muita coisa é certo mas não justifica) um dos actos de maior desrespeito e má educação pelos outros e pela estética visual de qualquer cidadão minimamente civilizado. (mas não coço os testículos em público).
Antes as rixas resolviam-se à paulada depois à espadeirada entre uns e outros que se iam queimando ou deixando comer vivos por leões. No entretanto, a evolução da espécie humana faz-nos controlar instintos como a agressividade diminuindo a violência física, potenciando o diálogo e a negociação das trocas comerciais ou simplesmente de ideias.
É isto em suma a evolução da espécie humana.
ou
É de facto menos mau que andarem à porrada mas parece-me sinceramente menos natural e menos digno...
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Hard Core
Há dias peguei no carro e fui ao Intendente... Na verdade não ia à procura nem de sexo nem de droga por incrível que pareça mas apenas numa de voieur armado em parvo...
Ainda pensei em parar o carro e ir beber uma cerveja para sentir o pulsar da coisa mas receei que ficasse hipertenso de tanta pulsação…
De facto as cidades vivem a vários tempos, em diferentes ritmos e eu sinto-me um Homem de hoje, com todas as raízes do meu país. Mas dói, dói na alma ver um outro mundo que nos foge por entre os dedos … sem entrar em histerias esquerdóides ou fascizóides a verdade é que a exclusão é bem dura. Também ali haverá grupos de pertença, equilíbrios e disfunções grupais mecanismos de sobrevivência, regras de conduta e tudo o mais … mas haverá outra forma?
Eu penso que sim e é mesmo preciso que o Estado intervenha não por uma noção estúpida de segurança mas por uma questão de princípio… Se precisarem eu volto lá e saio do carro… na verdade não senti medo, apenas pena.
Ainda pensei em parar o carro e ir beber uma cerveja para sentir o pulsar da coisa mas receei que ficasse hipertenso de tanta pulsação…
De facto as cidades vivem a vários tempos, em diferentes ritmos e eu sinto-me um Homem de hoje, com todas as raízes do meu país. Mas dói, dói na alma ver um outro mundo que nos foge por entre os dedos … sem entrar em histerias esquerdóides ou fascizóides a verdade é que a exclusão é bem dura. Também ali haverá grupos de pertença, equilíbrios e disfunções grupais mecanismos de sobrevivência, regras de conduta e tudo o mais … mas haverá outra forma?
Eu penso que sim e é mesmo preciso que o Estado intervenha não por uma noção estúpida de segurança mas por uma questão de princípio… Se precisarem eu volto lá e saio do carro… na verdade não senti medo, apenas pena.
Carlos Quieroz
«Ver só com os olhos é fácil e vão, mas por dentro das coisas é que as coisas são...»
Carlos Queiroz... mas não da bola...
Carlos Queiroz... mas não da bola...
terça-feira, 26 de maio de 2009
terça-feira, 12 de maio de 2009
Estranja
Arrête Jean Pierre faz parte do registo de humor de qualquer urbano quando pretende ironizar gozando com aqueles que deram parte das suas vidas ao trabalho no estrangeiro com a intenção de obter melhores condições de vida, vulgo emigrantes. E todos os seus estrangeirismos são sucessivamente gozados, em algazarra e chacota.
Mas a verdade é que o português é fraco, não defende a sua língua e hoje quando me sento numa reunião com um executivo mas ou menos yuppie sinto que estou no estrangeiro…
(…)Não tenho Budget(…) estamos em outsurcing(…) unidade business 2 business (…) fizes-te o attach no mail?(…) isto só para começar o diálogo…
Mas também no calão se recorre à cena tão a ver… conheci um black «bacano», «tava» a dar um «granda» sound, bem «granda» party sim «tá» cool man.
Opps para usar uma onomatopeia da nossa língua, da nossa casa mãe, do meu português, que me parece cada vez mais distante e menos defendido por quem supostamente o deveria fazer, o «tuga». Com acordos mal feitos ainda me aguento agora com a generalização abusiva de línguas estrangeiras como um sem número neologismos que entram na moda, genericamente desnecessários e ainda por cima estúpidos e estupidificantes pois são usados por sistema e os próprios, muito modernos, já nem sabem que existe uma língua portuguesa com… com 200 a 300 mil palavras e que se considerarmos as formas verbais podemos chegar a 400 mil palavras.
NÃO CHEGA?
É preciso ir importar estrangeirismos para ser moderno… Estou farto de modernices bacocas pelo menos os Jean Pierre’s têm uma razão substantiva para usar os estrangeirismos ou as suas adaptações, os outros não passam de wanna be’s… Ah desculpem o estrangeirismo.
Cada dia que passa só me apetece mais voltar a ser meio punk…
Mas a verdade é que o português é fraco, não defende a sua língua e hoje quando me sento numa reunião com um executivo mas ou menos yuppie sinto que estou no estrangeiro…
(…)Não tenho Budget(…) estamos em outsurcing(…) unidade business 2 business (…) fizes-te o attach no mail?(…) isto só para começar o diálogo…
Mas também no calão se recorre à cena tão a ver… conheci um black «bacano», «tava» a dar um «granda» sound, bem «granda» party sim «tá» cool man.
Opps para usar uma onomatopeia da nossa língua, da nossa casa mãe, do meu português, que me parece cada vez mais distante e menos defendido por quem supostamente o deveria fazer, o «tuga». Com acordos mal feitos ainda me aguento agora com a generalização abusiva de línguas estrangeiras como um sem número neologismos que entram na moda, genericamente desnecessários e ainda por cima estúpidos e estupidificantes pois são usados por sistema e os próprios, muito modernos, já nem sabem que existe uma língua portuguesa com… com 200 a 300 mil palavras e que se considerarmos as formas verbais podemos chegar a 400 mil palavras.
NÃO CHEGA?
É preciso ir importar estrangeirismos para ser moderno… Estou farto de modernices bacocas pelo menos os Jean Pierre’s têm uma razão substantiva para usar os estrangeirismos ou as suas adaptações, os outros não passam de wanna be’s… Ah desculpem o estrangeirismo.
Cada dia que passa só me apetece mais voltar a ser meio punk…
Zé Sócrates
José Sócrates
Uma carta de uma criança de 8 anos a José Sócrates, melhor aluno da sua classe, sem erros.
A minha mãe é boazinha dá-me muitos miminhos e faz de mim um rapaz como deve ser. Diz-me sempre para não mentir e para estudar muito para um dia vir a ser alguém.
Para nunca aceitar nada de estranhos pois pode ter droga ou mesmo coisas estragadas.
Ela diz também que eu podia ser engenheiro ou médico para fazer obras grandes ou curar pessoas.
Diz que devo sempre ser bem educadinho e paciente, nunca ser mal-educado, nem querer que os outros todos pensem como eu penso. Que há pessoas que podem pensar
diferente de mim e serem também boas pessoas.
Diz ainda que mesmo que um dia eu tenha muita força e muito poder como o Dragon Ball nunca devo usar essa força para o mal ou para fazer mal aos outros, mas sempre para o bem, mesmo que os outros nem sempre me façam o bem a mim.
Diz também que eu devo sempre acreditar nas pessoas mesmo que sejam políticos pois são muito importantes para todos e têm na mão muitas coisas difíceis para resolver e que nem tudo o que dizem deles é verdade. Mas que também não posso ser estúpido e achar que tudo o que eles dizem é verdade.
Que votar é muito importante, «um dever cívico» diz ela, acho eu, e que é nesse momento que eu devo dar as minhas opiniões para tentar mudar as coisas, não só aí, mas sempre aí. Que quando dizem que não há opção é mentira pois ela diz que nós podemos sempre escolher a nossa vida e que as opções quando não as há que temos de ser nós a mudar as coisas como foi no 25 de Abril ou de Novembro ou lá o que é.
Agora vou jogar à bola … é que eu sou do Benfica e acho que se jogar muitas vezes tenho lá lugar de certeza… e acredito que um dia há muitas coisas que podem mudar.
Zequinha
Para ser grande, sê inteiro
Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive
Ricardo Reis
Uma carta de uma criança de 8 anos a José Sócrates, melhor aluno da sua classe, sem erros.
A minha mãe é boazinha dá-me muitos miminhos e faz de mim um rapaz como deve ser. Diz-me sempre para não mentir e para estudar muito para um dia vir a ser alguém.
Para nunca aceitar nada de estranhos pois pode ter droga ou mesmo coisas estragadas.
Ela diz também que eu podia ser engenheiro ou médico para fazer obras grandes ou curar pessoas.
Diz que devo sempre ser bem educadinho e paciente, nunca ser mal-educado, nem querer que os outros todos pensem como eu penso. Que há pessoas que podem pensar
diferente de mim e serem também boas pessoas.
Diz ainda que mesmo que um dia eu tenha muita força e muito poder como o Dragon Ball nunca devo usar essa força para o mal ou para fazer mal aos outros, mas sempre para o bem, mesmo que os outros nem sempre me façam o bem a mim.
Diz também que eu devo sempre acreditar nas pessoas mesmo que sejam políticos pois são muito importantes para todos e têm na mão muitas coisas difíceis para resolver e que nem tudo o que dizem deles é verdade. Mas que também não posso ser estúpido e achar que tudo o que eles dizem é verdade.
Que votar é muito importante, «um dever cívico» diz ela, acho eu, e que é nesse momento que eu devo dar as minhas opiniões para tentar mudar as coisas, não só aí, mas sempre aí. Que quando dizem que não há opção é mentira pois ela diz que nós podemos sempre escolher a nossa vida e que as opções quando não as há que temos de ser nós a mudar as coisas como foi no 25 de Abril ou de Novembro ou lá o que é.
Agora vou jogar à bola … é que eu sou do Benfica e acho que se jogar muitas vezes tenho lá lugar de certeza… e acredito que um dia há muitas coisas que podem mudar.
Zequinha
Para ser grande, sê inteiro
Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive
Ricardo Reis
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Acredito em mudanças... mesmo que sejam para melhor
Há muito tempo que o povo português precisava de um hino... De música com a força digna de mover e motivar pessoas e coisas em torno de um objectivo comum...
Sou do tempo em que a múscia tinha um sentido muito para além da própria...
Aí estão os Xutos a bombar...
Sou do tempo em que a múscia tinha um sentido muito para além da própria...
Aí estão os Xutos a bombar...
Oncologia
Já entrei mais de muitas vezes em hospitais oncológicos...
É especial... muito especial se conseguires tirar os olhos do que ou de quem lá te levou.
É uma esforço, é bem difícil... somos egoístas e por vezes não conseguimos elevar-nos como Homens.
Sentir que é de facto nas pequenas coisas que podemos mudar o mundo. Um sorriso pode fazer toda a diferença.
Sem me querer perder mais em dissertações sobre o efeito borboleta diria que como diz Ítalo Calvino na sua Obra Cidades Invisíveis por outras palavras;
O Mundo divide-se em duas grandes categorias, aqueles que se acomodam com a merda que os rodeia e os que lutam mesmo que devagar para minorar e procurar transformar o Mundo num Mundo melhor.
Eu ainda quero ser da segunda casta e amanhã lá vou eu outra vez com um dos que mais amo à Oncologia…
É especial... muito especial se conseguires tirar os olhos do que ou de quem lá te levou.
É uma esforço, é bem difícil... somos egoístas e por vezes não conseguimos elevar-nos como Homens.
Sentir que é de facto nas pequenas coisas que podemos mudar o mundo. Um sorriso pode fazer toda a diferença.
Sem me querer perder mais em dissertações sobre o efeito borboleta diria que como diz Ítalo Calvino na sua Obra Cidades Invisíveis por outras palavras;
O Mundo divide-se em duas grandes categorias, aqueles que se acomodam com a merda que os rodeia e os que lutam mesmo que devagar para minorar e procurar transformar o Mundo num Mundo melhor.
Eu ainda quero ser da segunda casta e amanhã lá vou eu outra vez com um dos que mais amo à Oncologia…
terça-feira, 21 de abril de 2009
Impressionante
Confesso que já vi este vídeo dezenas de vezes ...
É-me deveras impressionante... fico, como muitos, com a impressão da antevisão da morte...
É-me deveras impressionante... fico, como muitos, com a impressão da antevisão da morte...
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Ai Abril que já foste...
«Quem lá vem dorme à noite ao relento na areia» e «cala notícias do meu país».
Nasci em 1974, em Abril, os mesmos volvidos que a Revolução dos Cravos, que me fazem pensar nos tempos do actual Abril.
O espírito da revolução permanecerá na ideia de alguns dos mais velhos, nos mais novos de certo pouco ou nada, muitos desconhecem as motivações, os valores, as causas e até as consequências.
Liberdade será a palavra que de imediato todos responderão se lhes for pedida só uma, mas de certo nem todos esboçarão um sorriso ao pensar em Abril.
A dualidade das personalidades. Otelo, herói da revolução ou terrorista, Soares, democrata ou culpado da descolonização, Vasco Gonçalves, líder ou ditador, Cunhal, lutador ou manipulador, Sá Carneiro, genial ou fascista, Eanes, libertador ou bloqueador.
Cada um fará a sua leitura, o seu sentido, a hierarquia da importância dos acontecimentos e das personagens. O que interessa é que todos são história e presente de um Portugal que tenta reconstruir-se da descolonização, da entrada numa Europa que a cada dia dá passos para uma unificação, num mundo mais exigente, tecnológico, desequilibrado e desumanizado.
É importante ensinar a História aos nossos filhos, mas será certamente mais importante ensinar a pensar um futuro. Tão justo quanto o possível (que expressão feia), em que sejamos solidários mas exigentes, democratas mas não permissivos, genuínos sem ser rudes, verdadeiros face aos princípios dos Homens e a si mesmos. O que é hoje Abril? História? Ou algo mais? Não sei, mas o que interessa é o futuro. O nosso, o dos nossos filhos, o do nosso país, que em tão grande crise económica, político-partidária, de valores, de crença nas instituições e de esperança, se encontra.
A culpa morre solteira entre «Eles», sempre os outros, esquecendo a nossa culpa individual, a nossa responsabilidade colectiva que nasceu nos tempos de Abril, mas que se calhar não cresceu o suficiente. Sim, Zequinha, também tens culpa. De cada vez que não pedes factura, de cada vez que não declaras impostos, de cada vez que dás um jeitinho a um amigo na fila do pão.
Não sou astrólogo nem vidente, mas sou um optimista que acredita na História de Portugal e nos portugueses. Mas quero acima de tudo acreditar no futuro, num futuro colectivo que nos traz mais, muito mais alegrias e coisas boas que nos possam levar além da nossa própria angústia. Nós somos hoje os nossos principais inimigos e essa luta só podemos travar connosco mesmo. Não será fácil, não será justo, mas é uma batalha que podemos vencer. Mais uma.
Mas como cantava José Mário Branco: «E se todo o Mundo é composto de mudança, vamos dar-lhe a volta que ainda o dia é uma criança.»
PS: Não queria usurpar canções à esquerda conservadora e por isso peço desculpa.
Nasci em 1974, em Abril, os mesmos volvidos que a Revolução dos Cravos, que me fazem pensar nos tempos do actual Abril.
O espírito da revolução permanecerá na ideia de alguns dos mais velhos, nos mais novos de certo pouco ou nada, muitos desconhecem as motivações, os valores, as causas e até as consequências.
Liberdade será a palavra que de imediato todos responderão se lhes for pedida só uma, mas de certo nem todos esboçarão um sorriso ao pensar em Abril.
A dualidade das personalidades. Otelo, herói da revolução ou terrorista, Soares, democrata ou culpado da descolonização, Vasco Gonçalves, líder ou ditador, Cunhal, lutador ou manipulador, Sá Carneiro, genial ou fascista, Eanes, libertador ou bloqueador.
Cada um fará a sua leitura, o seu sentido, a hierarquia da importância dos acontecimentos e das personagens. O que interessa é que todos são história e presente de um Portugal que tenta reconstruir-se da descolonização, da entrada numa Europa que a cada dia dá passos para uma unificação, num mundo mais exigente, tecnológico, desequilibrado e desumanizado.
É importante ensinar a História aos nossos filhos, mas será certamente mais importante ensinar a pensar um futuro. Tão justo quanto o possível (que expressão feia), em que sejamos solidários mas exigentes, democratas mas não permissivos, genuínos sem ser rudes, verdadeiros face aos princípios dos Homens e a si mesmos. O que é hoje Abril? História? Ou algo mais? Não sei, mas o que interessa é o futuro. O nosso, o dos nossos filhos, o do nosso país, que em tão grande crise económica, político-partidária, de valores, de crença nas instituições e de esperança, se encontra.
A culpa morre solteira entre «Eles», sempre os outros, esquecendo a nossa culpa individual, a nossa responsabilidade colectiva que nasceu nos tempos de Abril, mas que se calhar não cresceu o suficiente. Sim, Zequinha, também tens culpa. De cada vez que não pedes factura, de cada vez que não declaras impostos, de cada vez que dás um jeitinho a um amigo na fila do pão.
Não sou astrólogo nem vidente, mas sou um optimista que acredita na História de Portugal e nos portugueses. Mas quero acima de tudo acreditar no futuro, num futuro colectivo que nos traz mais, muito mais alegrias e coisas boas que nos possam levar além da nossa própria angústia. Nós somos hoje os nossos principais inimigos e essa luta só podemos travar connosco mesmo. Não será fácil, não será justo, mas é uma batalha que podemos vencer. Mais uma.
Mas como cantava José Mário Branco: «E se todo o Mundo é composto de mudança, vamos dar-lhe a volta que ainda o dia é uma criança.»
PS: Não queria usurpar canções à esquerda conservadora e por isso peço desculpa.
Fuck It
Conheci uma pessoa muito interessante.
Não, não se enganem é Homem e eu sou apenas heterossexual… desculpem.
Não digo o nome por pejo.
Ao contrário do Daniel Oliveira é uma pessoa interessante e inteligente… discordo genericamente dele em tudo, estudou em Harvard e é gestor, matemático, pragmático, quantitativo usa expressões em inglês em cada frase (e se isso me irrita e ao meu Camões…). Mas é inteligente.
Das conversas com ele consigo perceber os produtos que as grandes Universidades criam para um Mundo melhor. É bom homem, é trabalhador e é honesto, adoro falar e beber copos com ele, é mesmo um compincha, poderemos até vir a ser amigos.
Tem uma bagagem cultural extraordinária e cozinha.
Mas afinal o que me incomoda então…
Pensar que a descaracterização dos valores do mundo e dos objectivos comuns se esvaziam numa globalização artificial, apenas económica e de informação.
Que o Mundo esquece o Mundo e que na verdade as grandes fortunas crescem por mais fundações que o Bill Gates crie.
Que os grandes «carolas» precisem sempre de referências internacionais e de preferência anglo-saxónicas para justificar o Mundo e esquecem que somos acima de tudo europeus e em especial portugueses, e que isso poderia de facto ser suficiente.
Que o humanismo e as Humanidades que unem o Mundo sejam sempre descoradas pelas chefias e que deveriam recorrer a estas, não para atrasar decisões mas para as melhorar.
Enfim, na verdade, se calhar só eu é que sou parvo e não percebo que quando se pretende evoluir não se pode abrandar e deixar de ir ao ritmo dos que andam na ponta do mundo… mais subprime menos subprime afinal quem fica sem casa é apenas uma pequena minoria.
So fuck It vou comprar acções.
Não, não se enganem é Homem e eu sou apenas heterossexual… desculpem.
Não digo o nome por pejo.
Ao contrário do Daniel Oliveira é uma pessoa interessante e inteligente… discordo genericamente dele em tudo, estudou em Harvard e é gestor, matemático, pragmático, quantitativo usa expressões em inglês em cada frase (e se isso me irrita e ao meu Camões…). Mas é inteligente.
Das conversas com ele consigo perceber os produtos que as grandes Universidades criam para um Mundo melhor. É bom homem, é trabalhador e é honesto, adoro falar e beber copos com ele, é mesmo um compincha, poderemos até vir a ser amigos.
Tem uma bagagem cultural extraordinária e cozinha.
Mas afinal o que me incomoda então…
Pensar que a descaracterização dos valores do mundo e dos objectivos comuns se esvaziam numa globalização artificial, apenas económica e de informação.
Que o Mundo esquece o Mundo e que na verdade as grandes fortunas crescem por mais fundações que o Bill Gates crie.
Que os grandes «carolas» precisem sempre de referências internacionais e de preferência anglo-saxónicas para justificar o Mundo e esquecem que somos acima de tudo europeus e em especial portugueses, e que isso poderia de facto ser suficiente.
Que o humanismo e as Humanidades que unem o Mundo sejam sempre descoradas pelas chefias e que deveriam recorrer a estas, não para atrasar decisões mas para as melhorar.
Enfim, na verdade, se calhar só eu é que sou parvo e não percebo que quando se pretende evoluir não se pode abrandar e deixar de ir ao ritmo dos que andam na ponta do mundo… mais subprime menos subprime afinal quem fica sem casa é apenas uma pequena minoria.
So fuck It vou comprar acções.
Daniel Oliviera
Confesso que não gosto muito do Eixo do Mal… do seu modelo, da sua estrutura conturbada, e da arrogância que prepassa na forma como todos se interrompem e se ofendem quando são interrompidos…
Mas a verdade é que o vejo, que o gravo e que o consumo na íntegra.
Mas o que é que isso interessa pois, também, devoro sandes de coirato e não penso que me façam bem ou que me tragam algo de novo, até por que já conheço o sabor, mesmo que lhe ponha picante ou cebola.
No entanto, não poderia deixar do destacar do grupo o Daniel Oliveira.
Fui ao seu blog e penso que ele define da melhor maneira o próprio
«Por Daniel Oliveira 20 Abr 09 em Sem categoria»
Os texto estão assim assinados;
E de facto é mesmo sem categoria, sem classificação, não enquadrável na mente de nenhum bípede deste Universo… Nunca pensei discordar tanto de uma pessoa… e o mais grave, nem sequer percebê-la… vivemos mesmo em planetas diferentes… Penso que no meu humilde anonimato e caso o Daniel me conhecesse ambos ficaríamos extraordinariamente contentes com estas diferenças…
Bem hajas Daniel por existires… assim sei tudo aquilo que não quero ser.
Mas a verdade é que o vejo, que o gravo e que o consumo na íntegra.
Mas o que é que isso interessa pois, também, devoro sandes de coirato e não penso que me façam bem ou que me tragam algo de novo, até por que já conheço o sabor, mesmo que lhe ponha picante ou cebola.
No entanto, não poderia deixar do destacar do grupo o Daniel Oliveira.
Fui ao seu blog e penso que ele define da melhor maneira o próprio
«Por Daniel Oliveira 20 Abr 09 em Sem categoria»
Os texto estão assim assinados;
E de facto é mesmo sem categoria, sem classificação, não enquadrável na mente de nenhum bípede deste Universo… Nunca pensei discordar tanto de uma pessoa… e o mais grave, nem sequer percebê-la… vivemos mesmo em planetas diferentes… Penso que no meu humilde anonimato e caso o Daniel me conhecesse ambos ficaríamos extraordinariamente contentes com estas diferenças…
Bem hajas Daniel por existires… assim sei tudo aquilo que não quero ser.
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