Fight Club... Tudo sobre a minha mãe... Straight Story... 3 filmes nota 5, no mesmo ano. Nunca me aconteceu... Tão diferentes.... tão bons!
quinta-feira, 16 de abril de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
quinta-feira, 26 de março de 2009
Pãozinho sem sal
Já escrevi isto… ou parecido… mas começo verdadeiramente a ficar em brasa. Vão tirar o sal ao raio que vos parta.
Que nós tenhamos um primeiro-ministro bacoco e uma série de ministros sem graça, tipo pãozinho sem sal eu percebo. É a política, dizem. É o tal padrão e roupagem que têm de vestir para ser sérios. Paulo Portas afirmava à boca cheia há uns anos que ter poder para ele era contra natura e que se tivesse um amigo com poder ou deixava de o ser ou de imediato (ele Paulo) ia para a oposição… mais tarde foi Ministro de Estado.
A saúde é importante, ok, e o Estado gasta dinheiro connosco é verdade (mas gasta mais com ele próprio por isso…). Mas eu não sou Sueco, Belga nem Alemão, nem quero ser. Eu sou PORTUGUÊS… ponho sal, ponho picante como os Indianos ou os Africanos, pois damo-nos bem com eles, bebo álcool como qualquer cidadão do mundo. Como gordura e barda, carne de porco, de vaca, de aves, peixes e até vegetais e estou farto de normas que me lixam o palato. Tratem da saúde uns dos outros e deixem-me em paz. Nada contra a oferta de produtos diferentes, de escolhas individuais que vão ao encontro da saúde que me querem vender… mas essa não é a minha. EU QUERO PÃO EXTRA SAL, quero baba de camelo, quero rissóis da minha mãe e entremeada, coirato, azeite e banha para cozinhar e quero tascas. Limpas, mas tascas à séria. Viva o vinho de uva e não a zurrapa europeia, viva o presunto e o queijo da serra com mais bactérias que uma estrumeira, viva o sal gema e marítimo e flor de sal como o caraças, eu nem estou doente… e se estiver como uma canja com galinha do campo cheia de gordura até ferver ou um caldo verde com chouriço de porco preto ou aquilo que me apetecer… com pão com muito sal com vinho ou com um pirolito.
O resto é conversa de burocratas urbanos doentes e doentios a fazerem jeitos a áreas de actividade que não sabem nem nunca souberam produzir com qualidade diferenciada, e por isso quanto mais padronizarem melhor, pois detêm os circuitos comerciais. INVEJOSOS.
Que nós tenhamos um primeiro-ministro bacoco e uma série de ministros sem graça, tipo pãozinho sem sal eu percebo. É a política, dizem. É o tal padrão e roupagem que têm de vestir para ser sérios. Paulo Portas afirmava à boca cheia há uns anos que ter poder para ele era contra natura e que se tivesse um amigo com poder ou deixava de o ser ou de imediato (ele Paulo) ia para a oposição… mais tarde foi Ministro de Estado.
A saúde é importante, ok, e o Estado gasta dinheiro connosco é verdade (mas gasta mais com ele próprio por isso…). Mas eu não sou Sueco, Belga nem Alemão, nem quero ser. Eu sou PORTUGUÊS… ponho sal, ponho picante como os Indianos ou os Africanos, pois damo-nos bem com eles, bebo álcool como qualquer cidadão do mundo. Como gordura e barda, carne de porco, de vaca, de aves, peixes e até vegetais e estou farto de normas que me lixam o palato. Tratem da saúde uns dos outros e deixem-me em paz. Nada contra a oferta de produtos diferentes, de escolhas individuais que vão ao encontro da saúde que me querem vender… mas essa não é a minha. EU QUERO PÃO EXTRA SAL, quero baba de camelo, quero rissóis da minha mãe e entremeada, coirato, azeite e banha para cozinhar e quero tascas. Limpas, mas tascas à séria. Viva o vinho de uva e não a zurrapa europeia, viva o presunto e o queijo da serra com mais bactérias que uma estrumeira, viva o sal gema e marítimo e flor de sal como o caraças, eu nem estou doente… e se estiver como uma canja com galinha do campo cheia de gordura até ferver ou um caldo verde com chouriço de porco preto ou aquilo que me apetecer… com pão com muito sal com vinho ou com um pirolito.
O resto é conversa de burocratas urbanos doentes e doentios a fazerem jeitos a áreas de actividade que não sabem nem nunca souberam produzir com qualidade diferenciada, e por isso quanto mais padronizarem melhor, pois detêm os circuitos comerciais. INVEJOSOS.
quarta-feira, 25 de março de 2009
Uma força invisível
Todos quando acordamos sentimos uma força que nos eleva, que nos motiva, que nos faz pensar e agir não de forma motora mas com um qualquer objectivo que nos ultrapassa.
Nas depressões, por exemplo. Nas agudas, essa força invisível tem um papel de ausência. Simplesmente não existe. Poucos sabem explicar (se é que há quem saiba) e a mente invade-se de uma ausência, de um escapulir permanente do desejo e da vontade… do que quer que seja. Outro caso é o dos doentes condenados (terminais dizem) que por vezes são hinos comoventes à vida, verdadeiros exercícios de vitalidade de pôr em sentido os jovens desmotivados ou desorientados.
Devemos ou não considerar a vida como uma dádiva, uma bênção, ou apenas como uma acção da Natureza?
Podemos ou não contagiar os nossos com essa força invisível que, tal como não se vê, não se explica, mas que de certo todos sentimos. Que caminho podemos ou devemos seguir para a perceber, para a determos e para a podermos partilhar?
Não sei. Não tenho resposta mas procuro-a por tudo o que me rodeia e em cada dia a procuro mais. Se a encontrar digo-vos. Se a virem, digam-me por favor.
Nas depressões, por exemplo. Nas agudas, essa força invisível tem um papel de ausência. Simplesmente não existe. Poucos sabem explicar (se é que há quem saiba) e a mente invade-se de uma ausência, de um escapulir permanente do desejo e da vontade… do que quer que seja. Outro caso é o dos doentes condenados (terminais dizem) que por vezes são hinos comoventes à vida, verdadeiros exercícios de vitalidade de pôr em sentido os jovens desmotivados ou desorientados.
Devemos ou não considerar a vida como uma dádiva, uma bênção, ou apenas como uma acção da Natureza?
Podemos ou não contagiar os nossos com essa força invisível que, tal como não se vê, não se explica, mas que de certo todos sentimos. Que caminho podemos ou devemos seguir para a perceber, para a determos e para a podermos partilhar?
Não sei. Não tenho resposta mas procuro-a por tudo o que me rodeia e em cada dia a procuro mais. Se a encontrar digo-vos. Se a virem, digam-me por favor.
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